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Coluna de Marcos Roberto: Um baile do presidente
04/09/2020 18:12 em Colunas

Até que ponto nós, cidadãos dessa republica, devemos suportar um governo ruim, que demonstrou nesses quase dois anos, seus desapreço pela maioria das pessoas, e que durante a pandemia externalizou, de maneira virulenta essa ótica genocida, de facultar aos mais vulneráveis, a hercúlea missão de sobreviver aos diversos ataques direcionados a sua existência. Direitos que outrora foram garantidos por lutas de classes, hoje são aviltados, como os trabalhistas e previdenciários. Mas o atual governo encontrou um filão que lhe garante o fôlego de sobrevivência, o auxilio – emergencial, os R$ 600,00 que garantiu no decorrer dos últimos cinco meses, uma certa dignidade a uma fração significativa de brasileiros. A gestão federal persuadiu aos beneficiários, de que fora um esforço seu esse valor, algo inverídico, aos que acompanharam a trajetória dessa medida, sabem de que Paulo Guedes, ministro da economia, havia estipulado o valor de R$ 200,00 reais como suficiente, uma atrocidade meus caros, e fora o congresso nacional, e de forma preponderante a oposição, que elevaram aos números que foram disponibilizados. 

 

Mas em uma guerra de narrativas, Bolsonaro e seus comandados agiram assertivamente, souberam garantir um espaço na discussão, que o levou a ser considerado o pai do auxilio. Já à esquerda, vem se mostrando como ineficientes em constituir um diálogo com o povo. O presidente muito perspicaz caminha pelas redes sócias, mantendo uma sintonia fina com os seus seguidores, aplacando aos estímulos contrários e difundindo suas caraminholas. Devido a isso, provoca uma fidelização extrema, e em tempos de assistencialismo, as pesquisas atestam de que a sua pré-candidatura já esta em curso.

 

Com essas ações, Jair Bolsonaro logra aos seus adversários, a tarefa de demonstrar a sociedade o quanto o seu governo e perverso em suas proposições e tacanho em sua visão a respeito do país. Para isso será necessário uma união irrestrita de todos que nutrem uma revolta pela situação atual. Caso isso não ocorrer, veremos ao projeto mortiço do Messias triunfar novamente em 2022.

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